Quando o sertão encontrar o mar será avassalador, sem regressos.
O frio gélido de um mar prepotente se esquentará por um sertão que sabe ser quente.
A água varrerá o que foi triste naquele chão seco e escasso, trará flores ao que é galho sem cor.
A sutileza de uma onda deixará desnudo o sertão e toda sua dureza.
Sereia esbarrará em seres do subsolo.
Encontro lindo pra quem sabe ver. Completude e simbiose para o fim de duas solidões.
Vida ao sertão e realidade ao mar.
Sinestesia entre som e toque. Cores e cheiros. Mar e sertão hão de ser um numa imensidão de dois.
No dia que o sertão encontrar o mar, o mundo vai saber o que é junção, o que é gratidão. O que é completar. O mundo saberá o que é amor, mas antes, quando o sertão encontrar o mar o mundo vai aprender o que é mundo, o que é humanidade. Dividir.
Estou alegre por encontrar blogs como o seu, ao ler algumas coisas,
ResponderExcluirreparei que tem aqui um bom blog, feito com carinho,
Posso dizer que gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns,
decerto que virei aqui mais vezes.
Sou António Batalha.
Que lhe deseja muitas felicidade e saúde em toda a sua casa.
PS.Se desejar visite O Peregrino E Servo, e se o desejar
siga, mas só se gostar, eu vou retribuir seguindo também o seu.
Antonio, acredita que só vi esse comentário agora? Olha o tempo! Fico feliz ao ler isso. Obrigada!
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