sexta-feira, 6 de março de 2015

Dançam as árvores em seu ritmo brisa.
Luz ofusca visão e faz tudo brilhar, tudo parecer puro.
Melodia em dança, o corpo paira sobre a própria existência.

Janelas abertas convidam o som a entrar.
As folhas se mexem em dó.
Brilho do sol, raio que ilumina minha pele e se mostra em detalhes.
Reflexo de luz na tinta é mistério molhado a se tornar verdade seca.

Deixa a música tocar
coração.
A pele vira coração.
Na dança em câmera lenta, no mínimo,
no detalhe,
a pele pulsa,
vive,
move.