segunda-feira, 28 de abril de 2014

Não ser.

Saudade dos sorrisos nas madrugadas.
Dos carinhos do dia.
Das cartas gravadas na memória.
Do amor que corria naturalmente nas veias.

O amor já passou. Mas o coração ainda chora na impossibilidade de ser.
Outros braços, outros carinhos, outras respirações, outras madrugadas, outros dias.
Nenhum igual ao teu.

Nada me rouba como você.
Nada me traz a mim como você.
Amar é uma atitude corajosa,
amar depois do amor é solidão.
Mas, mais ainda,
é a dor de se reconhecer em alguém que não é mais.

Só. Dó. Dor.

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