Me vejo só, mas escuto o barulho de uma vila acordada. Crianças correm e gritam. Carros passam na avenida; Portões abrem e fecham; Familias jantam e discutem como foi o dia; As folhas criam aquele barulho de árvores ao vento.
Eu também vejo. De longe avisto prédios com suas luzes alternadas; Casas e seus números; Telhas por todo alto; Varais a espera de ocupação.
Eu também sinto. Sinto o vento, sinto a vila, sinto a vida. Mas ainda estou só. A vila e todas essas pessoas não são suficientes para me preencher, preciso de algo mais. O que deve ser? ...
Talvez seja amor!
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