sábado, 2 de outubro de 2010

Vila

Me vejo só, mas escuto o barulho de uma vila acordada. Crianças correm e gritam. Carros passam na avenida; Portões abrem e fecham; Familias jantam e discutem como foi o dia; As folhas criam aquele barulho de árvores ao vento.
 Eu também vejo. De longe avisto prédios com suas luzes alternadas; Casas e seus números; Telhas por todo alto; Varais a espera de ocupação.
 Eu também sinto. Sinto o vento, sinto a vila, sinto a vida. Mas ainda estou só. A vila e todas essas pessoas não são suficientes para me preencher, preciso de algo mais. O que deve ser? ...


Talvez seja amor!

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